terça-feira, 9 de novembro de 2010

Caê + Gadú + Vilhena

= ) Depois de um (nem tão) longo e (nem tão) tenebroso inverno, eis me aqui, digníssimos, para dissertar acerca de dois interessantíssimos eventos presenciados por mim na última semana.

O primeiro (e mais chocante, pois realmente não esperava, nem de longe, verr o que vi) foi o musical “Hedwing e o Centímetro Enfurecido”, estrelada por Paulo Vilhena (assim, sem o “inho”), Pierre Baitelli e Eline Porto, dirigido e adaptado por Evandro Mesquita e traduzido por Jonas Calmon Klabin, e contando com uma banda de apoio (inicialmente, minha maior motivação para assistir à peça) que além de ser composta por grandes amigos, é uma das melhores bandas de rock já formada no Rio de Janeiro (Alexandre Griva (bateria), Patrick Laplan (baixo), Fabrizio Iorio (teclado) e Pedro Nogueira (guitarra)), e que encerrou a temporada de estréia no Teatro das Artes na Gávea no último sábado, dia 06, mas que certamente retomará suas atividades em breve em algum outro palco do Rio ou fora dele.

Não sou critico de teatro. Na verdade, não sou critico de porra nenhuma. Mas sou critico. Pracaralho. Com tudo. Inclusive comigo. Por isso, me sinto no direito e no dever de sempre dividir com vocês, mês 17,5 leitores, neste espaço que É MEU, minhas impressões sobre os mais variados e diversos, relevantes ou não, temas. E vos digo: assistam a essa peça! Se você curte rock, glam rock, interessantíssimas canções e interpretações de rock na melhor linguagem de Bowie, Iggy Pop, Lou Reed, etc, assista a esse musical! Se você curte um texto ácido, intenso, desafiador e divertidíssimo ao mesmo tempo, assistam a esse espetáculo! Se você curte atuações impactantes e viscerais, sem cair no estereótipo, na banalização de tipos já bem batidos, mas apresentados aqui com um frescor de excelentes novos atores, assista a esse musical! E se você, assim como eu (principalmente por estar muito puto depois de ter ido parar no teatro errado e ter que pegar, em plena quinta feira, às 20h, um taxi pra chegar em 10 minutos de Copacabana à Gávea) apostava seu rabicó que o Paulinho (ai sim, com “inho”) Vilhena pudesse ser um ator (ok, ele já tinha me deixado com a pulga atrás da orelha quando contracenou com Daniel Dantas em Paraíso Tropical), pelo amor de Deus: VAI LOGO VER ESSA PORRA DESSA PEÇA!!!!!!!!

Não por que Paulo seja o melhor ator em cena. Mas pelo simples fato de que ele é um ator. E bom. Por que na boa, não dá pra dizer que foi cagada, pura sorte, ter pego esse papel nesta peça excelente,  e que a partir de agora ele vai voltar a fazer um monte de bobeirinhas de Malhação. Paulo se tornou um bom ator. Deve ter estudado muito, se preparado muito e deixado de vez o bom ator que talvez sempre tivesse existido, mas que estava adormecido e dopado pelo caminho fácil do “galã-de-malhação-da-globo” dentro dele, vir à tona.
Paulo está tão irreconhecível que eu demorei um bom tempo pra descobrir quem era ele em cena. Voz, trejeitos, caracterização, sotaque, figurino, e principalmente atuação, fizeram com que eu me confundisse a ponto de não saber mesmo quem era ele e quem era o (ótimo ator) Pierre.

Do meio do espetáculo, que conta a história de um travesti cantor performático na Berlim Oriental e posteriormente nos Estados Unidos na mesma época da queda do muro de Berlim, há mais de 20 anos, Paulo realmente rouba a cena (mesmo sendo um cantor limitadíssimo).
O texto intenso, divertido e emocionante ao mesmo tempo, que faz com seu estômago e seu coração uma verdadeira montanha russa de sentimentos, de nada adiantaria se a verdadeira atuação acertada, na medida, firme e segura dos três atores (principalmente de Paulo, que sempre é e será o mais cobrado pelo seu passado de ex-namorado da Sandy e afins) não estivesse ali, presente, e acima de qualquer suspeita.

No fim da peça, tive o dever de apertar a mão de Paulo, olhar nos seus olhos e dizer: “Parabéns! Que mulher gata e gostosa que você tem (ela estava na platéia)!”. Mentira. Isso eu só pensei. O que eu falei de verdade foi: “Parabéns. Parabéns de verdade. Muito, muito bom.” Sei que não foram muitas palavras, mas tenho certeza que pela firmeza do aperto nas mãos e pelos meus olhos fixos nos dele, ele entendeu que eu tinha ficado verdadeiramente emocionado.

Paulo Vilhena me deu um soco no estômago e puxou meu tapete ao pisar naquele palco naquela quinta-feira de novembro de 2010 e provar que ninguém tem a obrigação de nascer sabendo. Mas todos temos o direito e o dever de aprendermos ao longo da vida. Paulo está aprendendo. Tenho certeza disso.

Quem também não nasceu sabendo foi Gadú. A Maria. Que não se chama, pra minha surpresa, nem Maria, nem Gadú. E que ainda tem que ralar bastante, principalmente nas letras de suas composições, pra ser considerada uma artista de primeira grandeza. Mas, que com apenas 23 anos, sem dúvida, é a maior artista de sua geração de músicos. Com metros de distância de qualquer outro segundo colocado. E no caso dela, não é só demérito da geração dela, não.

Mas da Gadú, em específico, vou falar na série de textos que começarei ainda essa semana com as minhas “Novas Meninas TOP 5 da música brasileira”. Vou falar rapidamente sobre o encontro mágico entre Gadú e Caetano que presenciei no último domingo, 08 de novembro, na concha acústica de salvador, e que vai rodar o país sob o título de DUO Caetano + Gadú.

Sou, por inúmeros motivos, fã incondicional de Caetano Veloso como artista. Claro que não dá pra separar completamente o profissional, músico, cantor e compositor Caetano, da pessoa Caetano. Hoje, (feliz ou infelizmente), muito do seu êxito como artista acaba sendo construído fora de campo. Fora das quatro linhas... do palco. E muito do que vejo as pessoas repudiarem no Caetano, tem a ver com a postura dele extra palco, fora o trabalho artístico. Eu adoro Caetano, de todas as formas. Mas respeito quem não gosta. Só peço que não misturem suas composições, discos e carreira, com suas declarações bombásticas, sua digressão em entrevistas e seus conhecidos, copiados e questionados bordões. Ou não.

No backstage desse lindíssimo show, pude notar quão inteligente emocional e artisticamente e quão generoso é Caetano. Tudo ao mesmo tempo, agora.
Convidar Gadú pra essa série de shows é, ao mesmo tempo, uma prova de generosidade e homologação que a cantora precisava pra ingressar num outro patamar de sua carreira, e, ao mesmo tempo, uma forma inteligentíssima de renovar seu público. Por que, na boa, pelo menos em Salvador (e acredito que possivelmente se repetirá ao longo de todo o Brasil), pelo menos 40% do público estava lá única e exclusivamente pra ver Gadú. É muito se pensarmos que do outra lado temos um dos 3 maiores artistas da música brasileira de todos os tempos.
O encontro foi emocionante e emocionado. Vozes, timbres e repertórios complementares e que em momento algum pareciam concorrer. Um show de bom gosto. Um projeto que não parecia (como por exemplo, foi Ana Carolina e Seu Jorge) um projeto, e sim um show de amigos de longa data que se curtem, se respeitam e se divertiam visivelmente no palco.

Gadú casou imenso frisson na meninada que compõe seu público, levando a concha abaixo já na sua entrada. E assim foi da abertura com os dois cantando Beleza Pura, e seguindo com a cantora sozinha no palco, desfiando seu repertório autoral, cantado em uníssono pela platéia, ao fim. Quando eu achava que (parece heresia, mas não é), ia ficar ruim pro lado de Caê (a molecada tava histérica com Maria), ele me puxa “Sozinho” (mais uma prova do quão inteligente é a carreira do cantor e intérprete Caetano, que se apropria de hits de estilos tão, aparentemente, divergentes ao dele, pra penetrar de forma tão delicada e pouco invasiva no universo, no ouvido e casas de públicos que jamais se interessariam por seu trabalho autoral) e Alegria, Alegria, redimensionando as grandezas artísticas em questão, fazendo os 5.000 presentes irem ao delírio e dando de leve um “Menina, você é boa. Boa demais. Mas quem manda aqui é o papai.” Tudo com uma classe, elegância e um carinho impares.

“O” momento do show, em minha opinião, foi o baiano e nordestino Caetano Veloso, cantando com a paulista Maria Gadú, o hino Sampa, na concha acústica de Savador – BA, emocionando a platéia inteira e dando, sem nenhuma intenção ou discurso, um ponto final nesse rebuliço causado por meia dúzia de bobos, preconceituosos e mal educados meninos e meninas sulistas na repercussão virtual sobre o resultado das eleições presidenciais. Gadú galgou um novo degrau do seu espaço com essa assinatura de Caetano. Caetano rejuvenesceu uns 20 anos seu público com esse mimo em Gadú. E tudo certo. Como 2 e 2 são 5.
A turnê, provavelmente passará pela sua cidade. São 8 ou 9 shows, se não me engane.
Perca essa não, rei. Se não vai ser um “shimbalauê nos acuda”!!!

= ) Perguntar não ofende: ser uma versão “ainda mais sertaneja ”, conforme a divulgação abaixo da música nova de trabalho de Latino com a dupla João neto e Frederico, é bom ou ruim?


Ouvindo: trilha de I am Sam (entrando na vibe do Paul).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nem tudo é só alegria no reino do Carnaval



Por mais chavão que isso passa parecer, nem tudo é só alegria no reino do Carnaval.
Por mais clichê que possa soar, há sempre uma tristeza, uma mágoa, um desalinho ou uma maldição por trás do sorriso estático do mais divertido e intrépido palhaço.
Talvez uma busca pelo seu devido lugar neste mundo, pelo conforto da aceitação seja de fora ou de dentro, de si ou dos outros, seja a explicação para o rosto pintado, para a lágrima escondida.  Talvez. Ou não. A contradição é uma de suas faces.
Chorar é tão démodé. Tão incompatível com seu glamour.
E por isso o palhaço segue sorrindo no meio dos foliões. Mesmo que seu coração dilacerado já não bata mais nos compassos do surdo, caixa, tamborim... chocalho. Mesmo que tudo pareça apenas uma pintura, um retrato em sépia da turma de Zé Pereira, do outro lado do distante milênio passado.
O palhaço sorri. Gargalha. E, de alguma forma nos entretém e nos fascina. Nos faz, também, sorrir e gargalhar.
Não é fácil a vida do palhaço. A recompensa é que quando o palhaço se vai, ele deixa pra trás somente alegria. Somente as lembranças do riso e das gargalhadas. Das boas horas do gozo da folia momesca. Palhaço não morre. Palhaço vira confete e serpentina.
O picadeiro do Pão & Circo abre, orgulhosamente, o seu espaço pra homenagear a um sazonal, porém muito querido amigo que me brindou vez ou outra com sua visita nesse humilde espaço.
O incrível, controverso, instigante, fascinante, genioso e genial palhaço Renan Tavares.
Força e sorrisos a todos. Talvez assim que ele quisesse.
= )
Ouvido: Empolga às 9. Sempre.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Cada povo tem o Tiririca que merece

= ) Que o povo brasileiro não sabe votar é um fato. Eu não sou nenhum sábio, estudioso, tampouco pesquisador das ciências políticas. Mas entendo de TV aberta, tosca, realities shows, etc e afins.

Como esperar algo, politicamente, socialmente falando, de um eleitorado que conclama Dado Dolabella vencedor do programa da Fazenda na Record??? Alguém tem a mais ínfima dúvida de que este rapaz não era, nem de longe o que aparentava (e muitas vezes ele ainda derrapou feio) naquele programa? Por que, até onde meu parco conhecimento da língua inglesa alcança, esses são shows de realidade. E por mais que montemos também no nosso dia-a-dia personagens que nos são convenientes para determinadas situações, esses personagens não podem nem deve esconder por muito tempo nossas reais vontades, aspirações, desejos e personalidade. Se não, vira dissimulação. E dissimular, até onde entendo, é uma característica negativa de caráter.

E o BBB??? Kléber Bambam, Dhomini, Diego Alemãooooooo!!!!!!! Meooooodeoooos! Isso pra citar alguns.

Por essas e outras, não me assusta que Tiririca esteja em primeiro nas pesquisas. Lembro quando Silvio Santos disse que ia se candidatar à presidente. Era lavada na certa. Ele era o primeiro nas pesquisas. Ok!!! Silvio. Do caralho! Mas vamos combinar: sem desmerecer em nada o mago da TV brasileira, ser presidente da nação é uma outra coisa.

Sinceramente, não acho que o Tiririca seja menos inteligente emocionalmente (que é diferente de cultura ou alfabetização), tenha caráter pior e mais questionável, ou seja menos bem intencionado que 80% dos candidatos, incluindo os que já tem vida política, que estão concorrendo nessas eleições. Não vou entrar nesse mérito. Mas é claro que não existe a mínima condição de levar a sério politicamente falando essa história toda. Nossa situação atual é tão submersa no lodo que a gente ainda cogita, leva em consideração, que isso possa ser de alguma forma real.

Melhor que o Tiririca é a Mulher Melão que em TODOS os horários eleitorais que vi onde ela apareceu diz apenas o nome (ela vem como Mulher Melão) e o numero da candidatura. Ela não fala mais nada além disso. E dá um sorrisinho maroto.
Ela não fala: “a favor da cultura funk” ou “na luta dos direitos das dançarinas de músicas ruins” ou até então “contra o preconceito em relação às siliconadas”. Qualquer, QUALQUER coisa.

Se olharmos em nossa volta, o que mais vemos é isso: pessoas que estão completamente inaptas a ocupar cargos, funções ou desenvolver atividades onde são completamente incapazes. E muitas delas são até bem sucedidas. A diferença é que no caso da política, diferente de ouvir o Restart, ver o Kayky Brito atuando, ou até do porteiro aqui do prédio que não levanta pra ajudar a senhorinha que chega com compras e não pode carregá-las e abrir a porta ao mesmo tempo, a política rege e influi em todos os âmbitos da nossa vida. Todos. Do momento em que acordamos em nossas camas, dentro de uma casa, na água que usamos pra escovar nossos dentes, no transito, na segurança, em com quem e como trepamos, na nossa sanidade mental, na nossa saúde. Tudo.

Pensemos um pouquinho só nisso no domingo.

= ) Em tempo:

A ex-BBB Fani Pacheco acaba de assinar um contrato com a revista Playboy que deve estar nas bancas em novembro. Será a segunda vez que a loira faz fotos para a revista masculina. A loira, que participou da 7ª edição do reality show global, confirma a notícia e faz suspense sobre o ensaio: "Sim, vou posar nua, mas não posso adiantar mais nada".

Fico pensando... o que seria tão do nosso interesse que a Fani adiantasse e que ela não poderá adiantar? O fotógrafo? A locação das fotos? O penteado de seus pelos pubianos? É... fiquei realmente intrigado agora com essa noticia. Realmente intrigado.

= ) A Fazenda, obviamente merecerá um post inteiro sobre.

= ) Obrigado à todos que foram na Modinha no ultimo sábado. 29 de outubro tem mais. 

Aguardem.

Bitocas

Ouvindo: Bad Company ao vivo.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Nóis trumbica, mas num cai!!!!!

= ) Forças ocultas tentaram nos dar uma rasteira na semana passada! E eu, em nome dos amigos da Modinha, peço imensas e sinceras desculpas a todos que estiveram em Santa Teresa para a "não realização" do evento.
Como nóis é brasileiro e num disiste merrrrrrrrrrrmo, nesse sábado, 25.09, tem a revanche!
Quem não dança, segura a criança. como diria o saudoso Tim.
Nos vemos lá.
bjs










Surgiu pequena, humilde e com o intuito de apenas fazer o bem ao próximo.
Cresceu, apareceu e foi vista por muitos como a salvação.
Despertou a ira e inveja de alguns.
Foi perseguida.
Crucificada.
Dada como morta e sepultada.
Desceu (de bonde) a mansão dos mortos.
Ressuscitou no... SÉTIMO DIA!
Nós não somos o Oasis que achavam que eram os Beatles, tampouco os Beatles que achavam que eram mais famosos que Jesus Cristo. E apesar da semelhança entre as histórias, também não somos Jesus Cristo, afinal, como bons seres humanos também cometemos erros. 
Mas somos brasileiros! E não desistimos nunca! 
Senhoras e senhores, surpreendendo até o mais otimista dos prognósticos, levantando, sacudindo a poeira e dando a volta por cima, vem ai:
MODINHA! A FESTA. NA VIBE DA REVANCHE.
A “maior festa que nunca existiu” do Rio de Janeiro está mais viva que nunca e vai aterrissar no Humaitá nesta sábado, dia 25 de setembro.


O LOCAL:
Nada mais na “vibe da Modinha” que a casa apontada pela Revista de Domingo do Globo como um dos melhores points da nova noite carioca: Casa De España no Humaitá. Agora sob a administração e programação do Grupo Matriz (um dos mais importantes e conceituados grupos de entretenimento do RJ), a boate da casa que foi um dos lugares mais freqüentados por muitos de nós em nossa pós adolescência, volta repaginada e com excelente estrutura para abrigar as melhores festas da cidade.


A DATA:
25 de setembro (sábado, pra ninguém dar a desculpa que trabalha cedo no dia seguinte).


O HORÁRIO:
23h (aconselhamos chegar cedo, pois a casa está sujeita a lotação, para seu maior conforto).


OS PREÇOS (CONTINUAM OS MESMOS!):
R$10 (lista amiga - emails para amodinha.festa@gmail.com até sábado, dia 25, meio dia)
R$15 (até meia noite)R$20 (após meia noite)


OS DJs:
DJ CHU (Residente, oficial e o único que realmente sabe mixar);
DJ J.R. (Bicão, mas que com alguma noção musical adquirida em anos de show business, pode, com muita sorte, fazer um set divertido);
"DJ ATOR" CONVIDADO (por que festa que toca de tudo que se preze tem que ter um "ator" como DJ convidado) - LÉO MAGA (SIM!!! MESMO DEPOIS DE TODA BOMBAÇÃO E DE TER QUEBRADO TUDO NA FESTA QUE NÃO ACONTECEU NO ÚLTIMO SÁBADO – INCLUSIVE O NARIZ – O HOJE COBIÇADISSIMO ATOR SEMI-GLOBAL ARRUMOU UM TEMPINHO NA SUA AGENDA PRA REVANCHE DA MODINHA) – DISPENSA APRESENTAÇÕES, NÃO É MESMO...?

Ah!!! DESSA VEZ ACEITAMOS CARTÕES DE DÉBITO E CRÉDITO (exceto AMEX)!!!!!! YEAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!

Esperamos vocês na Modinha (DESSA VEZ, SEM SURPRESINHAS...): galhofagem, picardia, e vice-versa!

SERVIÇO (PRA QUEM NÃO TEVE SACO DE LER TODAS AS PIADINHAS):
Data: 25 de setembro (SÁBADO)
Horário: 23h
Endereço: Casa de España fica na Rua Vitório da Costa 254, mas a entrada é pela ladeira do final da Rua Maria Eugênia. http://beta.matrizonline.com.br/casadeespanha/como-chegar/
Preços: R$10 (lista amiga - emails para amodinha.festa@gmail.com)
              R$ 15 (até meia noite)
              R$ 20 (após meia noite)
obs.: Tem estacionamento interno a R$ 5.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Modinha! A Festa.

Encontro vcs lá.
; )



Você está de saco cheio dessas festas onde os DJs tocam todos os estilos musicais misturados, sem nenhuma lógica, bom senso e estética musical coerente, parecendo a festa de casamento do seu primo? 

Onde só tem "gente bonita" com roupas "do momento" sorrindo, "dando pinta" e "fazendo carão" sem efetivamente sair nenhuma "pegação" legitima e interessante dali? 

Cansado de filas intermináveis para entrar nessas festas, de bebidas ca...ras e de ingressos onde o tal do "primeiro lote" (que esgota em 15 segundos) já custa o preço de um show internacional no Circo Voador?

NÓS TAMBÉM ESTÁVAMOS CANSADOS.

CANSADOS DE NÃO GANHAR GRANA COM ISSO TUDO!

Prepare-se para se acabar de tanto dançar na pista !
Prepare-se pra conhecer gente realmente interessante! Quem sabe até a pessoa que vai te fazer desistir de passar o próximo Carnaval pulando de "bloquinho" em "bloquinho", gastando dinheiro com cerveja quente e beijando qualquer um(a) na boca, pra ir curtir momentos inesquecíveis numa pousadinha em Lumiar... (E ai, quando vocês casarem, a gente faz um preço legal pra discotecar na festa. Fechado?)
Prepare-se para um novo (??????) conceito em diversão, cultura e entretenimento na noite carioca.

Se você acha que já viu de tudo em matéria de festa que toca de tudo... prepare-se... vem ai, MODINHA! A FESTA.

O LOCAL:
A novíssima, e já consagrada, MANSÃO DO BONDE! Um belíssimo casarão no ponto mais acessível (JURAMOS QUE É SUPER ACESSÍVEL) de Santa Teresa (Rua Carlos Brandt, nº10 - ao lado do Estacionamento do Bonde, rua em frente ao Cine Santa Teresa no Largo dos Guimarães. A três minutos a pé do Mineiro e do Simplesmente. Pagamos o táxi das pessoas com labirintite crônica que não conseguirem chegar de primeira sem errar!), com umas das mais lindas vistas do Rio de Janeiro.

A DATA:
18 de setembro (sábado, pra ninguém dar a desculpa que trabalha cedo no dia seguinte).

O HORÁRIO:
23h (aconselhamos chegar cedo, pois a casa está sujeita a lotação, para seu maior conforto).

PREÇOS (PRECINHOS! COISA DE AMIGO MESMO):
R$10 (lista amiga - emails para amodinha.festa@gmail.com até sábado, dia 18, meio dia)
R$15 (até meia noite)
R$20 (após meia noite)

OS PRIMEIROS 100: GARANTEM QUE NÃO TOMEMOS PREJÚ.
OS PRÓXIMOS 100: GARANTEM QUE SOBRE ALGUM PRA UMA CERVA NA LAPA NO FIM DE SEMANA SEGUINTE.
OS PRÓXIMOS 100 (JÁ SERIAM 300, PELAS NOSSAS CONTAS): GARANTEM PREÇO DE LISTA AMIGA QUANDO A GENTE BOMBAR E FIZER (DE PREFERÊNCIA JÁ NESTE PRÓXIMO VERÃO), A FESTA NA VARANDA DO VIVO RIO COBRANDO R$80,00 O PRIMEIRO LOTE.

OS DJs:
DJ CHU (Residente, oficial e o único que realmente sabe mixar);
DJ JR (Bicão, mas que com alguma noção musical adquirida em anos de show business, pode, com muita sorte, fazer um set divertido);
"DJ ATOR" CONVIDADO (por que festa que toca de tudo que se preze tem que ter um "ator" como DJ convidado) - LÉO MAGA (O PASCOAL DA SÉRIE PARA INTERNET "BAD" - NÃO CONHECE??? AH! TÁ DE SACA.... acesse:http://seriebad.com/ e faça parte do fã-clube).

O SOM:
Nas carrapetas, o melhor (e por que não, o pior também) do pop, rock, música brasileira, dance (ainda se usa esse termo?), samba, funk "antchigo", anos 80, anos 90, samba-funk, pagode mela cueca e é o tchan (o Chu já disse que vai tocar), indie rock (o JR já disse que vai tocar), polka (fodeo! o Léo Maga vai ter que tocar se não nego processa a gente por propaganda enganosa), maracatu, hard rock farofa, côco e embolada, forrozinho gostoso, soul, disco e black music, rap (por que hip-hop é coisa de "fanfa"), brega, chique, ufa...

Ah!!! Não aceitamos cartões de crédito, débito ou cheque. Apenas dinheiro. Mas os precinhos (inclusive da birita) estão beeeem camaradas, vai!
Estacionamento na própria rua da casa ou Largo dos Guimarães (mas, aconselhamos subir de táxi, pq é muito perto da Glória e da Lapa).
O evento acontecerá mesmo com chuva. Mas vai ser uma puta falta de sacanagem de São Pedro...

Esperamos vocês na Modinha: galhofagem, picardia, e vice-versa!

SERVIÇO (PRA QUEM NÃO TEVE SACO DE LER TODAS AS PIADINHAS):
Data: 18 de setembro (SÁBADO)
Horário: 23h
Endereço: Rua Carlos Brandt, nº10 - Estacionamento do Bonde (Lgo dos Guimarães) - SANTA TERESA
Preços: R$10 (lista amiga - emails para amodinha.festa@gmail.com)
R$ 15 (até meia noite)
R$ 20 (após meia noite)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Rapidinhas

= ) Ok, amigos: moramos num país tropical. Abençoado por Deus. Bonito por natureza. E apesar de não ter uma nega chamada Tereza e tampouco ser Fla-Fla, conheço minimamente este pais pra saber que aqui é quente. Quente “de cum força”. Quente “bagarai”! Então me explique, por mais estilosos que ambos fiquem, por que diabos o Dimas de “A Cura” e o Berilo de Passione, faça chuva ou sol, estão sempre de agasalho?
No caso do Dimas, uma jaquetinha.  E do Berilo, aqueles casaco (que não sei ao certo o nome, mas acho que é tipo os de crochê do vovô) jogados no ombro.
Dimas está em Diamantina, MG, lugar onde faz certo frio. À noite. Mas o rapaz anda o dia inteiro com a indefectível jaquetinha.











Já Berilo está em São Paulo. Ok. São Paulo tem garoa. Mas como explicar em cenas onde os personagens que contracenam com ele estarem de blusinhas leves, ou camisas, e o rapaz com o agasalho amarrado no pescoço como se estivesse indo pra Campos do Jordão?
















Ambas as produções (principalmente A Cura) são muito bem cuidadas. Mas, quando a necessidade de marcar pontos específicos da caracterização para se fazer uma identidade suplanta o bom senso, tem algo errado. Ao menos pra mim.

= ) Sei que o horário político, desde que me entendo por gente, é o melhor  e mais divertido programa humorístico da TV Brasileira. Mesmo assim, peço que vocês liberem seus coraçõezinhos do ódio que toma conta da nossa alma nessa época de eleição e, por alguns minutos, prestem atenção no melhor jingle político de todos os tempos (#ironiaMode:on). Sempre que toca eu canto junto.  “Ey, ey, Eymael. Um democrata cristão”. Juro. Adóooogo. E descobri que tem as versões axé, sertanejo e milonga! Não é o máximo?
Baixe todas aqui:

E veja:

- O clássico:
- O tributo:
- E baixe pro seu celular (!!!!!):

Apenas um detalhe: Eymael é candidato a presidente.

= ) Olha como são as coisas... há alguns meses, antes de estourar no mercado Sertanejo Universitário, Maria Cecília, da Dupla Maria Cecília e Rodolfo (carinhosamente chamada de Maria ET e Rodolfo, não à toa) era feia. Mas feeeeeeia. Na verdade ela não era nem tãaaao feia. Mas era tão sem graça, sem sal, sem qualquer sensualidade que ela parecia mais feia do que na verdade é. Pediu pra ser esquisitinha no vale do eco. Agora, alguns milhares de discos e milhares de reais na conta bancária depois, ela reaparece... feia. Pra caraaaaalho. E mais brega que nunca. Tipo... redução de estômago do André Marques. Sem chance.

Antes:

















Depois:




















= ) Por fim, ainda estou muito, muito desnorteado com o show que assisti na noite de quinta-feira, 02 de setembro de 2010. Gravação do DVD de Pedro Luis e a Parede no Circo Voador. Pra quem não liga os nomes às pessoas, são os responsáveis pelo Monobloco, grupo percussivo que revitalizou o carnaval de rua do Rio de Janeiro e revolucionou a forma de se tocar percussão com instrumentos de escola de samba. E por falar nisso, a única coisa que me deixou um “tiquin tristin” foi perceber que o (excelente) baile massaroca sonora do Mono lota qualquer espaço na cidade, mas o trabalho autoral espetacular (e que completa 15 anos de existência, muitos deles de sub existência comercial e de resistência artística) não consegue colocar um público numeroso como a situação pedia (gravação de um DVD da banda, numa noite de quinta no Circo Voador, Lapa – RJ). Mas a quem estava ali, além de fã e barulhento, sabia que participava de um momento histórico.
Plap é uma banda boa nível mundo. Nível banda de pop rock moderno e antenado e globalizado de qualquer parte do mundo. É pra tocar junto com qualquer Franz Ferdinand em qualquer festival grande no mundo de igual pra igual. Tem pressão, tem groove, tem peso, tem letras excelentes e swing único.  Além de músicos de primeira. Na noite da gravação, além de todos esses ingredientes, ainda teve uma participação emocionante (e emocionada) de Hebert Viana e um final incrível com o parceiro das antigas (e de palcos alternativos do RJ em meados de 90, até ambos se firmarem) Lenine.
Veja o disco, compre o show e ouça o DVD. Não necessariamente nessa ordem.
Bjinho, bjinho e tchau, tchau!

Ouvindo: Marcelo D2 cantando Bezerra. Não é ruim, não! Mas não acrescentou nada.