terça-feira, 27 de julho de 2010

Alguma coisa esta fora da ordem...

= ) Estou retirando móveis do antigo apartamento onde moro. Tenho um fogão (que estava sendo usado até semana passada) Consul, um sofá (idem, idem), uma estantezinha de metal pretinha, alguns livros, enfim... algumas coisas que não tem onde colocar mas que ainda estão utilizáveis, até por que eu estava as utilizando. Ligo pro Exercito da Salvação, que constantemente me liga pedindo doações. Marco para ser retirado nesta terça-feira. “Qual o horário?” – pergunto. “Entre 10h e 17h, senhor.” – responde a atendente. “Eu não tenho essa disponibilidade toda... não dizer ao menos o período?” – tento mais uma vez. “Não!” – resposta definitiva. Diante de tal situação, combinei com minha mãe de cada um ficar um período. Para minha sorte, eles chegaram no final do expediente da minha mãe (15h). Não levaram o fogão por que disseram que não levam mais fogões, não levaram o sofá por que disseram que estava velho e quase não levaram os livros por que não estavam embalados!!! Os beneficiários do Exercito da Salvação do Rio de Janeiro vivem, acredito, em situação muito, mas muito melhor do que a minha, visto que moveis e eletrodomésticos utilizados por mim não servem pra eles!

(ps.: se alguém se interessar, entre em contato comigo pelo jrom30@gmail.com que eu to vendendo alguns moveis baratinhos!)

= ) Em maio do ano passado fui morar em Uberlândia e encerrei meu plano Oi Conta Total. Um mês depois, o modem do Oi Velox foi entregue por um amigo que morava comigo numa loja da Oi, conforme me foi orientado. Um ano depois, pra meu total espanto, fui tentar fazer um plano do Oi Velox e não pude por que em meu CPF constava um debito relativo ao, acreditem, aluguel de modem em junho de 2009 (um mês após eu ter encerrado o plano) + 20 dias de Oi Velox em junho de 2009 (idem) + o custo do modem que teoricamente não foi devolvido pois não havia uma baixa no sistema deles, no valor total de R$143,00. Essa pendenga já dura quase duas semanas (tempo em que estou sem internet em casa). Hoje, terça-feira, acabei desistindo, me dei por vencido, e resolvi, depois de procurar na casa inteira a porra do comprovante (obviamente perdi essa porcaria) que foi entregue ha um ano, depois da devolução do modem (as outras cobranças eu consegui provar que eram indevidas), ligar para saber como fazia para pagar (novamente) o valor do modem e ter minha vida internetica de volta. Fiquei quase uma hora e meia ao telefone com a central da Oi, fui jogado para uns 6 atendentes diferentes e, depois de muito explicar minha via crucis para todos eles, fui informado que, apesar de ainda não ter rolado uma baixa no sistema, minha contestação havia sido integralmente aceita e eu não devia mais nada. Porém, preciso esperar até 5 dias úteis para que isso possa ser confirmado. Ou não. Ou seja, internet só no mês que vem...

= ) Por fim, alguma coisa está realmente fora da ordem. Eu começo a achar que o Giane tá começando a ficar razoável. Já minha mãe não suporta vê-lo como mau caráter. Minha mãe, tadinha, tem uma paixão (nem preciso dizer que é platônica) pelo Giane. Já a novela... hum... sei não... ou o Silvio de Abreu mata logo alguém ou vai cair num maraaaaaaaasmo....

Bip.

Ouvindo nada não.

Em tempo: não consegui assistir a um capitulo de Ti Ti Ti. Mas me decepcionou muito a abertura (apenas uma releitura da original) e a Rita Lee cantando o tema (que é dela mesmo). Na primeira versão, era genial por que era tudo feito na mão mesmo. Hoje, imagino, os estagiários do Hans devem conseguir chegar sem tanto esforço ao resultado apresentado. Uma pena.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sai que é sua, Bruno. Ou não.

= ) Nas últimas semanas, nossas TVs, computadores, jornais, revistas e qualquer mídia que comporte uma foto, vídeo, imagem e/ou um texto, tem espirrado sangue com uma cacetada de casos e crimes estúpidos, bárbaros e hediondos, como o caso do assassinato da advogada paulista Mércia pelo ex-namorado e ex-policial Mizael (também com esse nome de dupla sertaneja universitária, não tinha como dar certo); o caso do espancamento do taxista que queria, vejam só, pegar passageiros(!!!) no aeroporto Galeão no RJ, por outros taxistas de uma máfia, digo, cooperativa diferente; o assassinato do futebol brasileiro cometido por Felipe Melo, o Odete Roitman das chuteiras, no jogo contra a Holanda pela Copa do Mundo; o assassinato do sotaque italiano pelo núcleo italiano de Passione e o assassinato da arte de representar, como um todo, por Kayky Brito na mesma Passione, só para citar alguns.

Mas nada , nada mesmo tem sido tão freak show quanto o caso do goleiro que esgoelou a modelo. Ou que mandou esgoelar. Ou que mandou dar um jeito nela... sei lá. O fato é que o carnaval na obra, o oba-oba que se faz e está se fazendo em cima de uma situação tão delicada e sinistra é no mínimo vergonhoso, principalmente no que se diz respeito à divulgação e veiculação (e aos debates e desdobramentos gerados) na mídia e da própria ação da policia e da justiça em casos de repercussão como este.

Não que o fato do, até então, goleiro do maior clube de futebol do país, antes idolatrado e adorado (profissionalmente) por multidões (inclusive por mim, que nem flamenguista sou) não tenha que ganhar repercussão e, caso seja comprovada a autoria ou o envolvimento de Bruno na morte de Eliza Samudio, a punição de Bruno não deva servir de exemplo para que outros não cometam os mesmos erros.

Mas explorar midiaticamente esse crime, expondo dessa forma os envolvidos e os fatos, já é demais! Toda vez que começa qualquer jornal ou programa matinal nas ultimas semanas parece que vai entrar uma vinheta animada com a caricatura do Bruno sorrindo, vestindo o indefectível macacão vermelho da penitenciária mineira e segurando a menina como se fosse uma galinha d´angola pelo pescoço com letras piscando dizendo:

MINUTO DO BRUNO!

- Vamos agora à Belo Horizonte saber o que está acontecendo de mais interessante no Caso Bruno - diz a apresentadora! Vamos até a capital mineira com o repórter Juvenildo Silva.

- Boa tarde Ligia! O Bruno almoçou às 11:45h da manhã e comeu salada de alface e tomate, duas conchas de feijão mulatinho, um pedaço de bife, e, acreditem, macarrão! Não é uma coincidência? Bruno tomou dois copos de suco artificial de uva e soltou dois arrotos ao fim da refeição. Depois disso, balançou a cabeça positivamente quando perguntado se estava “do agrado”.

Já o “menor de dezessete anos”, primo de Bruno, foi e voltou do Rio para Belo Horizonte pela oitava vez hoje, por que ele precisou assinar documentos em ambas as capitais, uma vez que não se chegou ainda a um consenso de onde o “menor” será julgado e fica mais rápido e barato mandá-lo no avião da policia pra cima e pra baixo.

Por fim, o “tio do menor de dezessete anos”, primo do Bruno, deu entrevista para mais um programa de rádio AM de São Paulo.
Não esquecendo, Ligia, que os advogados de Macarrão e da esposa (a oficial) do Bruno foram juntos a pré-estréia do filme o Bem Amado num tradicional cinema no centro do Rio. Temos imagens do TV Fama entrevistando os dois sobre as novas tendências da moda penitenciária outono/inverno. Confira no VT.

Porra!!!!! Eu juro que essa é minha sensação!

Mas o chamado “estopim da bomba” do meu descontentamento foi uma entrevista promovida pelo programa de entretenimento das manhãs da Rede TV, do qual não recordo o nome nesse exato momento, com duas “modelos” que já haviam participado de algumas “festinhas” no sitio do Bruno. Também estava presente, além das “modelos”, o “produtor” das festas, um senhor que se apresenta (sem mostrar o rosto) como um dos “tios” do goleiro. As duas, loiras, siliconadas, malhadas e extremamente desenvoltas, tipos assim... pra casar (#ironiaMode:on), falaram sobre os diversos tipos de “modelos” que freqüentam essas festas de jogadores de futebol. A sulista dizia que não se considerava Maria-Chuteira por que o único jogador que ela realmente corria atrás era o Ronaldinho Gaucho!!! E isso, desde o primeiro clube pelo qual o rapaz jogava ainda nas divisões de base (imagino o quanto era gatinho). Ou seja , pelo que entendi, para ser Maria-Chuteira, a mulher precisa ter um colóquio amoroso com dois ou mais (não necessariamente juntos... acho) jogadores de futebol. É isso?????

Já a outra “modelo” que além de “modelo” também é “personal trainer”, admitiu ter “namorado”, entre outros, o Vagner só Love só Love.

O destaque da rodada, porém, foi sem dúvidas, o tal tio do Bruno, que ficava o tempo todo atrás de um tecido e só víamos a silhueta dele. O Tiozão do Churrasco classificou e separou as “modelos” em duas categorias: Zona Sul, que são as “modelos” mais profissionais, mais caras e que estão ali pelo “trabalho”, e as Zona Oeste, que são as que cobram um valor mais barato (ou às vezes nem cobram) pelo serviço, alem de fazerem com mais vontade, alegria e muitas vezes só pela farra, festa e repercussão. Uma festa com as meninas Zona Oeste poderia ter um custo total de até 10 mil reais. Por sua vez, um oba-oba com as moçoilas da Zona Sul sairia em torno de 100 mil reais. Naquele momento imaginei se o Tio Produtor recebia cachê por evento e se era proporcional ao valor total do mesmo. Senti uma certa invejinha dele e cheguei a cogitar mandar um currículo meu para a vaga de “assistente de produção dos churrascos do Bruno”.

E assim, o quadro seguiu até o fim, com o apresentador agradecendo a disponibilidade das “modelos” (Zona Sul, acredito), e as mesmas deixando seus telefones de contato, bem como mandando beijos aos seus patrocinadores (cabeleireiros, maquiadores, centros de estética e cirurgiões plásticos).

É, amigos... amor e ódio, ao contrario do que muitos pensam e pregam, na minha humilde opinião, não andam lado ao lado. Já paixão e raiva, desses sim devemos ter cuidado. Muito cuidado. Bruno e Maka que o digam. Abafa o caso...

= ) O cúmulo da pobreza ocorreu comigo no último sábado (17). Após ficar quase 48h direto no ar, encostei e dormi profundamente, sendo acordado ao longo de 3h, 3 vezes por 3 telefonemas. Em cada volta de sono eu sonhei um sonho diferente (olha que não lembro NUNCA de meus sonhos) e TODOS os 3 foram sonhos envolvendo EMPREGOS COM CARTEIRA ASSINADA!!! Eu simplesmente sonhava que estava numa empresa, que tinha a minha sala, e que tinha minha carteira de trabalho assinada, bem como benefícios como vale-refeição, transporte, plano de saúde, FGTS, e tudo mais. Medo de mim...

= ) Deixo aqui, publicamente registrado a minha total admiração, carinho, amor (tipo Maka e Bruno) verdadeiro e eterna gratidão aos meus amigos. Ao grupo dos amigos/família/do coração (eles sabem quem são e não vou citar para não cometer nenhuma gafe), que independente de todas as brincadeiras, zoeiras, sacaneadas e afins, estão sempre ao meu lado (assim como eu ao lado deles) quando preciso. Graças a eles, metade do meu prejuízo com o roubo recente do meu laptop foi solucionado. Uma belíssima e grata surpresa num momento tão, digamos, delicado. Esses são meus verdadeiros ídolos.

= ) Ti Ti Ti... levo fé!

Ouvindo: The Black Crowes (curando todo o mal).

terça-feira, 6 de julho de 2010

Anos incríveis

= ) Sou um cara que gosto de novelas. Preferencialmente as novelas das 20h (que hoje em dia começam às 21h) da Rede Globo de Televisão. Eu assisti a Roque Santeiro, Ti ti ti, Sassaricando, Guerra dos Sexos, Que Rei Sou Eu? (dessa eu tinha até o álbum de figurinhas), Top Model, Vamp, Rainha da Sucata, Torre de Babel, e mais recentemente Celebridade, Paraíso Tropical, A Favorita, só pra citar algumas. Gosto mesmo. Me divirto. Discuto com a TV. Com os personagens e principalmente com os autores. Na minha casa, sempre se assistiu a novelas. Minha avó. Minha mãe. Minhas tias. Até meu pai, já velhinho, quando vivo, assistia a novelas.

Já os seriados, séries, sitcoms e afins, nunca foram minha praia. Não assisti a Friends nem Seinfeld, tampouco Sexy and the City. Nunca vi um capitulo de Heroes, e nenhum minuto de 24 Horas. Se você me disser que foi o Lalas (zagueiro da seleção americana de futebol de 1994) quem “ganhou” o Lost, eu juro que vou acreditar.
Deve ser pelo fato de que a onda forte de seriados veio junto com a popularização das TVs a cabo. Eu NUNCA tive TV a cabo. Porém, alguns poucos seriados me prendem e emocionam e divertem e blá., blá, blá.
Desses todos, existe um, lúdico, singelo, lindo, que marcou minha adolescência: Anos Incríveis (The Wondy Years) que passava na Band, se não me engano, na hora do almoço (ou um pouco antes). A série narrava as aventuras e desventuras de um típico garoto (e posteriormente, adolescente), estudante, classe média, americano, nas décadas de 60 e 70. A trilha de abertura e encerramento ficava a cargo da versão arrebatadora de Joe Cocker da música dos Beatles With a Little Help from My Friends (a única versão de Beatles, que eu me lembre, melhor que a versão original). Sempre, sem excessão, no fade out da última cena, e entrada da guitarrinha da intro da musica de encerramento, lágrimas escorriam dos meus olhos juvenis. Cresci junto de Kevin Arnold e amadureci junto dele também, visto que o seriado foi exibido entre o fim dos anos 80 e começo da decada de 90, e tinhamos praticamente a mesma idade.
Ele era meu amigo. Companheiro de aventuras e desventuras. Ele participava das minhas e eu das dele. Não sei o que foi pior: perceber que cresci ou perceber que o seriado havia terminado. Ou os dois. Ao mesmo tempo. Foram realmente, anos incríveis.
Mas, o que me motivou a escrever essas poucas e mal traçadas linhas, foi um seriado genial que é exibido atualmente na Record (notem que só assisto a seriados em TV aberta) e se chama “Todo mundo odeia Cris” (Everybody Hates Chris) escrito pelo não menos genial Chris Rock, contando as aventuras e desventuras de um menino negro (baseada na prórpia infância de Chris) no Brooklyn da dácada e 80. Se não em engano, a série acabou nos EUA no ano passado. Mas por aqui ainda é exibida. Me divirto horrores com o maior e mais divertido looser de todos os tempos! E, claro, também (apesar de não ser negro e de não ter passado por metade dos perrengues que Cris passa) me identifico com algumas cenas incriveis. Boas lembranças, boa risadas e a certeza de que, apesar de tudo, ainda vivo anos incríveis.
Recomeiiiindo ambos. Tem tudo nos youtubes da vida.

= ) Quando tudo parece errado e estranho, basta ligar a TV no TV Fama e... ok, ok, ok! A vida fica tão mais divertida!!!
Mirella Latino Santos, agora repórter (???????) do programa está com a voz cada vez mais parecia com a da Feiticeira, na época em que sua voz se parecia muito com a de Sebastian (o negão da C&A) que por sua vez, lembrava a de Emilio Santiago, que era algo como um traveco depois de tomar um chá de trovão. Não sei que tipo de produtos essa moça anda tomando. Mas isso deve ter efeitos (além da voz grossa, claro) colaterais bastante, bastaaaaaaaaaaaaaaaaaante estranhos... vai vênu, Latinão....

= ) E a mulher do Kaká??? Chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaata... chata pra caralho!!! Tinha que
grudar com quem? Quem??? Queeeeeeem??? Claudia não leva Leitte! Imagina uma orgia com as duas juntas? Não... imagina um amasso no banco do cinema Paissandu, no domingo as 15:30h, vendo Titanic, onde ambas estão com seus respectivos maridos e cada uma numa fileira separada! Imaginou? Nem eu. Pelo menos um choppinho despretensioso pós praia no Garota de Ipanema... Imagina??? Nem isso. Chatas! Chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaatas!
A Senhora Kaká, ao ser entrevistada na saída da Micareta da Claudia, um dia (ou no mesmo dia, não sei ao certo) em que o Brasil foi esculachado pela Holanda, declarou, com uma cara de “arrasaaaaaaaada” (#ironiaMode:on) que sofreu, assim como TODOS os brasileiros, muito com a derrota da seleção (e o mico do marido) e que agora ia dar colinho e carinho pra ele. Se sou ele, na moral, nem voltava pra casa. Creeeeeedo...

= ) Incrível também essa historia do Bruno. Agora ele (que se tivesse a cabeça no lugar seria, tranquilamente, goleiro da seleção) diz que a menina engravidou por que o preservativo estourou na primeira vez em que ele fez sexo com a “modelo” (eufemismo para garota de programa... que Deus a tenha).
Ora, ora, ora... pode até ser, não é mesmo amigos??? Mas na historia das “Engravidadoras Profissionais de Celebridades” só vi isso acontecer uma vez e, foi com a maior “Satisfaction”, que Gimenez emprenhou do pé de coelho da Copa Jabulani 2010, Mick Jagger (levando em consideração a sorte que o maluco deu as seleções pelas quais torceu na Copa, não acho nada impossível ter rolado isso com ele mesmo). Mas, cada um acredita no que quer, não é mesmo???
Agora... como diria Paulo Tiefenthaler, vai virar “Maria Chuteira Profissional”? Delicia! Mas, pode se foder.

= ) Por fim, peço a todos uma atenção especial à propaganda do dia pais do guaraná Dolly, atualmente no ar na Rede TV (só passa lá... incrível isso!!!). No site deles dá pra ver a campanha de 2009. Tenho a impressão de que é a mesma (!!!!!!!!!!!!!). Mas, não sendo a mesma, é bastante parecida. Ambas são hediondas. Procura em http://www.dolly.com.br/2009/, mídia, dia dos pais 2009. medo. Muito, muito medo.

Bjtchau.

Ouvindo: Lia Sabugosa (que grata surpresa!!! Depois falo mais sobre esse disquinho) – Pra quem quiser .

sábado, 26 de junho de 2010

Suicide White

= ) Há exato um ano e um dia após a morte do maior ídolo/ícone pop da minha geração (e talvez de toda a historia da música pop mundial até hoje), e, após pensar seriamente (ou nem tanto) no assunto (a morte) por alguns poucos minutos, deitado na cama de um quarto de hotel em São Paulo, chego a conclusão de que Michael Jackson, no ultimo grande e inteligentíssimo ato de sua carreira (e vida) cometeu suicídio!

Assisto neste momento ao clipe número 4 da contagem regressiva do Top 40 das mais importantes músicas (e clipes) da trajetória de Michael segundo a MTV. A canção é “Black or White”. O disco é “Dangerous” e o ano 1991. A música é matadora. A produção não era mais do mídas Quincy Jones, e nem por isso deixou de ser genial.
“Dangerous”, na minha opinião, foi o verdadeiro canto do cisne de Michael. O que veio a seguir na década de noventa inteira, não acrescentou em nada a carreira musical do cantor, e os intermináveis escândalos extra palco só denegriram a imagem do cara.
Então volto minhas lembranças para a década de 80. E por mais que me esforce para recordar algo musicalmente tão relevante e que pudesse rivalizar em termos de representatividade popular com o “boom” do movimento BRock, apenas um nome me vem à cabeça, e esse nome é Michael Jackson.
Qualquer criança naquela época (inclusive eu), preta ou branca, queria ser Michael Jackson. Eu fazia aula de “break”, putaqueopariu!!!!! E tinha luvas de lantejoula e chapeuzinho panamá (bem antes da Gadú usá-lo)!!!! E por mais ridículo que possa parecer quando lembro disso, ainda é muito mais “digno” do que pensar que hoje, os meninos de 10, 12 anos, andam vestidos (e com aquele cabelinho questionável) do Justin Bieber (como vi um ontem aqui em SP)!!! Pq sem sombra de duvidas, Michael Jackson era um gênio. Ele não era apenas (era também) um super produto de mídia. Ele era um musico incrível, grande compositor pop, produtor, arranjador... Michael sabia tudo! Sabia tudo o que fazia. Off The Wall, Thriller e Bad é a trilogia da música pop da historia! Deixe numa caixa preta esses três CDs junto com quaisquer outros três CDs dos Beatles e qualquer alienígena saberá o que foi a civilização crista ocidental no caso de uma hecatombe e destruição total do planeta.
Porém, contudo, todavia, Michael, apesar de gênio, era humano. E ser humano é estar sujeito a erros. E a problemas, e a incompreensões, e etc, etc. E não sei realmente se o hiato criativo (salvo um ou outro momento) que se seguiu nas décadas de 90 e 00 tem relação direta com esses problemas extra musicas. Mas o fato é que o rei do pop foi consumido pela própria máquina que o catapultou.
Me questiono se essa turnê (This is it) seria o que todos esperávamos. Claro que eu daria meu dedinho mindinho pra assistir ao espetáculo. Mas... será que seria o sucesso que imaginávamos ou se, principalmente,seria um novo começo (principalmente musical/criativo) na carreira do cantor? E no fundo, bem lá no fundo, também acho que a dúvida pirava na cabeça dele. E alguém como Michael Jackson não poderia conviver com esse tipo de duvida. Entre a dúvida do recomeço e a certeza da imortalidade, acho que o engenhoso artista optou pela segunda, e, num último lampejo de genialidade, pediu (conscientemente) mais e mais doses de PROPOFOL. Na minha humilde opinião, ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Tendo algum nexo ou não, o fato é que depois da morte, Michael Jackson voltou a ser um fenômeno como não se via há muito tempo. Seus discos vendiam como água. Seus hits voltaram a invadir todas as rádios. Suas canções alcançaram uma nova geração que estava, até então, literalmente cagando e andando (e não no passinho do Moonwalk) pra sua existência e sua obra. Todos os pecados foram perdoados, todas as dúvidas foram soterradas. Nunca vou me esquecer num show que fiz com a dupla sertaneja que eu produzia, uns 2 meses após a morte de Michael, no interiorzão de MG, e que entre hits sertanejos, musiquinhas eletrônicas farofa da moda, pagodes e Ivete, o momento mais catártico da noite (composta basicamente por um publico de 15 a 20 anos) foi um medley de hits de MJ mixados com uma batida dançante mais pro funk. Geral cantava e urrava, e dançava, e delirava, num transe que eu não via há tempos.
Nesse momento, eu tive a certeza de que Michael, assim como Vargas, deixava a vida e entrava para historia!

= ) Se tivesse tido tempo na última semana, teria escrito um texto inteirinho detonando e escrotizando implacavelmente o talento para atuação de Reinaldo Gianecchini, o Rick Martin brasileiro e “tesouro” da minha mãe. Mas não é que, justamente nesta mesma ultima semana, algumas poucas cenas (principalmente a ultima com a Fernanda Montenegro onde ele diz que é vontade do Rex, digo, Totó, que Giane ocupe um cargo na empresa) tem tocado (de leve) meu coraçãozinho de gelo de “Barbara Heliodora da TV”??? Gianecchini não é e nunca será um grande ator, mas assim como Paulinho Vilhena em Paraíso Tropical e Bruno Gagliasso em Arebaba das Índias (este ultimo já voltou a ser canastrão), esse pode ser o papel que o eleve do padrão CiganoIgor/ErikMarmore a um... Francisco Cuoco New Generaton. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

= ) CQC (esse sim pra queimar minha língua, e principalmente no comemorativo programa número 100) e Pânico são, sem duvida, excelentes (cada um na sua) programas! E tenho dito.

= ) Por fim, afano do FB do querido amigo Rodrigo Sabatinelli o incrível vídeo de Caê falando sobre Lobão. Vale (e muito) a pena ver de novo.

http://www.youtube.com/watch?v=aiY43GuG7Wc&feature=related


Ouvindo: Top 40 – Michael Jackson MTV

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Quem tem vuvuzela vai à Joanesburgo

Na ultima terça-feira, dia 15 de junho, descia eu pela Rua General Glicério em Laranjeiras (já em clima de despedida, pois até o fim do mês deixo o apê que tão bem me abrigou e acolheu nos últimos oito meses) e dei de cara com um grupo de estudantes uniformizados, provavelmente tendo sido liberados mais cedo de suas aulas para poderem acompanhar ao jogo de estréia da seleção brasileira na Copa da África de 2010.

A alegria estava estampada no rosto daquela rapaziada, talvez pela liberação das aulas (por um motivo, aparentemente não tão grave quanto uma doença ou um falecimento na família), talvez pela própria festa que a Copa do Mundo e que o futebol proporcionam ao povo brasileiro. Não sei. Só sei que eles estavam nitidamente felizes. E uma das meninas do grupo, com bandeira na mão e o rosto pintado de verde e amarelo, olhou para o porteiro do prédio, que fazia uma certa cara de deboche do “ufanismo” do grupo e bradou: é o Brasil, pô!!! E continuaram todos gritando e cantando rua acima.

Eu estava indo rumo à casa do Cuia (antes passaria na casa de minha mãe para almoçar, como num típico dia de domingo, em plena terça) para assistir com alguns amigos de infância, a estréia do time de Dunga na primeira Copa de Felipe (filho do Cuia) e de Maria Fernanda (filhota do Dadinho). Naquele instante comecei a me recordar das minhas Copas. Fiz esforço pra lembrar de algumas. Outras vieram com uma facilidade incrível. Mas, o fato é que sei exatamente onde estava em todas as Copas desde 1978. Nesta, por exemplo, estava na barriga e Dona Vani. Quase de saída.

De 1982, tenho apenas flashes. Lembro da agitação no prédio onde morávamos (e onde minha mãe e minha avó moram até hoje, na Rua Pedro Américo, Catete). Dos fogos e da animação. Era a época do futebol arte. Hoje, quando vejo matérias sobre aquela Copa, tenho certeza absoluta de que a arte esta acima e qualquer negocio, qualquer business e principalmente de qualquer tipo de competição. Arte é arte. E ponto.

Da Copa de 86, no México já começo a ter lembrança mais efetivas. A mais triste foi assistir ao BrasilxFrança na casa do nosso vizinho na época. Lembro perfeitamente do Julio Cesar mandar na trave a bola do pênalti que daria a classificação a França.
Ocorria ali, sem nem mesmo saber por que, minha primeira desilusão futebolística.

A década de 90 foi a década da minha adolescência. E ela começou com o gol do Caniggia, depois de uma lindo passe de Don Diego. Argentina chegaria à final. Acabava a Copa para o Brasil e também a vida útil da minha nave espacial do Guerra nas Estrelas estraçalhada no chão. Sentia ali, pela primeira vez, a ira futebolística.

Depois de quatro Copas seguidas tomando na cabeça, em 1994 foi o ano da minha primeira alegria de verdade como torcedor do Brasil (nota do editor: eu nunca fui fanático por seleção Brasileira. Eu não acompanho muitos jogos, não tenho muito saco e principalmente: nunca encontro nenhum nigeriano, ou norte coreano, sequer um alemão, depois os jogos pra sacanear. Logo, perde um pouco o sentido pra mim, torcer, sem ter a quem sacanear no final do jogo. Mesmo assim, sempre do segundo ou terceiro jogo da Copa em diante, baixa um espírito patriótico e eu sempre acabo virando um torcedor típico).
A comemoração do Bebeto no “gol do Matheus”, o Romário destruindo, voando, até o Mauro Silva, um cabeça de área como não existe mais nos dias de hoje... lembro de tudo! A gente era feliz e não sabia. Mas, tirando a bola isolada do Baggio, que me fez agarrar o meu velho pai e sair com ele gritando “é tetra, é tetra!” pelo corredor, um momento que me emociona sempre que lembro, ate hoje, é do gol de falta do Branco contra a Holanda. Aquele foi o Gol do Tetra. Ali, se aquela bola não entra, não sei. Não sei mesmo o que poderia acontecer. Branco do Fluminense. Branco que saiu do banco e que pouco antes da Copa era tido como “gordo, velho, bichado”. Foi bonito. Lembro que chorei. Nessa época, a comemoração era na Rua Paissandu. A Copa já tinha um que de Micareta.

A de 98 foi uma Copa pra ser esquecida. Foi tudo errado ali. De divertido, lembro de vermos os jogos na casa da Migó, saudosa avó do Liô e do Marcelo. Era o início do Som da Rua. E, se não me engano, depois dos jogos a gente ensaiava. Foi a Nike? Foi um suposto caso entre Susana Werner e Bial? Foi o salto alto? Ou foi mérito da França? De toda forma, pelo menos pelo jogo da final, foi merecido. Ali eu entendi o que era resignação futebolística.

Na Copa de 2002 me vem a mente as nights que fazíamos antes dos jogos ou depois deles. Por serem na China e no Japão, os jogos tinham uma diferença de meio dia. Foi uma espécie de previa o que se tornaria o Carnaval do Rio alguns anos depois, com os blocos desfilando de manhã e vc tendo que atochar cerveja pra dentro antes de tomar café! Lembro do Rivaldo jogando pra caraio. Lembro de ter torcido, e muito, pelo Ronaldo. Lembro, se não me engano, de nessa época estar flertando com a Paulinha... que depois virou minha namorada (ou já estava pegando ela???)... não. Acho que estava no fim do namoro com a Sabrina. Que, coitada, se não me engano, trabalhou (ela é jornalista) no dia da final da Copa. Lembro de assistir a final na nossa antiga casa da Pedro Américo, apartamento 1001, com minha mãe. Só eu e ela. Vibramos bastante, mesmo sendo tão cedo da manhã. Ali entendi que o futebol é capaz de coisas que desafiam qualquer lógica.

E veio 2006. Eu não lembro quase nada da Copa de 2006. Também não lembro quase nada do ano de 2006. Parece que existe um hiato entre 2005 e 2007.
Se não me engano, assistíamos às partidas na casa da Karin, no Leme. Juntos. Era a forma de sentir que o Liô estava ali, de alguma forma, com a gente. Agora, pensando bem, lembro de jogarmos “Máfia” no final dos jogos. E do Brasil perdendo, mais ou menos como em 98, pra mesma França (sempre a França...pqp) de Zidane. Ali, naquele momento, sofri um pouco com uma certa nostalgia futebolística.

E 2010 começou com uma vitoria xôxa sobre a Coréia do Norte. Não vejo muito brilho nessa seleção do Dunga. Tenho a impressão de que é a seleção dos “guerreiros da Brahma”, ou seja, um bando de pinguços brigões. Antes fossem. Na verdade, acho que falta veneno a essa seleção. Falta alguém desafiador. Controverso. Genial. É todo mundo (como falam meus camaradas de Uberlândia) bãozin demaisssss. Todo mundo religioso demais. Casadinho demais. Comandável demais. A Alemanha começou passando o rodo. Argentina e Uruguai engataram a quinta marcha já no segundo jogo. Enfim... não vai ser uma Copa fácil. Talvez, mais por demérito nosso do que mérito dos outros. Mas, Brasil é Brasil. E vice-versa. Afinal, o futebol é uma caixinha de surpresas. Acho que nessa Copa começo a entrar na fase da maturidade futebolística.

Ouvindo: vuvuzelas... Putaqueoparal!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida...

Uma semana após a micro (ou seria mico???) tragédia que se abateu sobre mim, e já parcialmente refeito da mesma, assisti ontem na Sportv, enquanto me arrumava para sair do hotel onde estou hospedado em São Paulo, a um documentário sobre a Copa do Mundo de Futebol de 2006, mais especificamente sobre o jogo da final entre França e Itália. Foi extremamente reconfortante perceber que não sou o único a cometer erros. Pais e mães, políticos, os Rolling Stones, médicos, engenheiros, lixeiros e hackers, o presidente, o rei e o Zidane. Todos nós (me incluo nesta extensa lista) cometemos erros.

O que mais ouvi durante a semana em que tentava esquecer o fato de que minha mochila foi furtada com meu laptop (que continha toda minha vida pessoal e profissional), meu ipod, caderno de anotações, e R$1000,00 em espécie, foram frases como: “Deu mole”. Ou então: “Deixou tudo isso no porta-malas do carro??? Logo em Vila Isabel??? Você é louco???”. Teve ainda o: “Como assim não tinha back up de tudo???”. Por sorte, nenhum dos que proferiram essas aconchegantes frases, completou com um sonoro “bem feito”.

Bem amigos... eu deixei minha mochila no porta-malas do carro de uma amiga, parado em frente ao local onde tínhamos uma reunião, no bairro de Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma hora depois, entramos no carro, e ao chegarmos em Laranjeiras, vimos que nada mais havia no porta-malas: nem minha mochila, nem a dela, nem o provável motivo do furto, o estepe.

Vacilei? Claro!!! Claro que vacilei! Afinal de contas, é vacilo mortal deixar algo trancado dentro de um teoricamente seguro porta-malas de um teoricamente seguro carro Citroen C3 (afinal de contas, pelo preço que custa, deveria ser seguro), parado numa rua da cidade onde moro e pago impostos para que eu teoricamente tenha um mínimo de segurança publica, às 20:30h da noite de uma terça-feira.

Notem que eu não subi o morro, nem favela, nem entrei em nenhum gueto. Não era madrugada e a rua não era deserta. Eu estava em Vila Isabel, que é um bairro, teoricamente nobre da Zona Norte.

Mas eu vacilei, claro!

E é normal que pensemos todos que o vacilo nosso é apenas deixar as coisas dentro do porta-malas do carro estacionado na rua.
E é normal que cobremos uns dos outros para que tenhamos mais cuidado e não vacilemos em uma próxima oportunidade. Não! Não estou falando na próxima oportunidade de votar de forma consciente e de escolher os representantes que farão e serão responsáveis por fazer cumprir as leis, que farão e cobrarão pagamento dos impostos, que são, em grande parte, responsáveis por todas essas distorções que já fazem parte do nosso dia a dia e que já encaramos com a máxima normalidade. Por que vacilo não é não ter segurança. Vacilo é esquecer a mochila trancada no porta-malas. Vacilei.

Mas Zidane me tranqüilizou. Ao rever as cenas cinematograficamente interessantes daquele documentário, em especial a cena histórica da cabeçada que Zidane proferiu no peito do italiano Materazzi, que gerou sua expulsão, um total apagão no time da França, e contribui para que a taça do mundo ficasse nas mãos da esquadra azzurra, alem de ter manchado a carreira de um craque que ate então era visto como a elegância e inteligência em forma de jogador de futebol.
Na descida prematura para o vestiário, na saída de cena melancólica e solitária, Zidane baixou a cabeça desolado, e no seu rosto brotou uma expressão mix de tristeza, desapontamento e arrependimento muito, muito parecida com a expressão que deve ter brotado no meu rosto ao abrir o porta-malas do carro e não ver minha mochila.
E se voltarmos um pouco mais no tempo, no ano de 1994, século e milênio passado, lembro direitinho da cara do Baggio ao chutar pra fora aquele ultimo pênalti que tirou da Itália (a mesma que anos depois seria campeã em cima de um erro do Zidane e de um pênalti não convertido de outro francês, Trezeguet) a taça de campeã, que acabou ficando com o Brasil. Cara de “mochila-roubada-com lap-top-dentro”!!!
Enfim... tudo certo!!!
E quem nunca cometeu um vacilo desses, que atire a primeira mochila com um laptop dentro. E tenho dito.

= ) Se você achava que o pior que poderia existir em matéria de jingle da Copa era a horrenda musica do rapper K’annan (http://www.youtube.com/watch?v=utl-uOdX12w), tolinhos... vejam o vídeo abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=_02q8pgT8qc&feature=related

Avante Braséeeeeeel!!!!

Ouvindo: o ensaio do boss no estúdio do Simão.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vem que vem que vem cicânuuuuuú!

= ) Amigos, tenho que admitir: os três pilares de sustentação, a santíssima trindade da baixaria que rege meu blog são TV Fama, notícias do site EGO e o informativo eletrônico diário do Sucesso Mailing que recebo no meu correio eletrônico. Se não fossem esses interessantíssimos meios de informação irrelevante e pueril, meus textos, provavelmente cairiam nessas chatices existenciais, dramas amorosos, clichês sentimentais e poesia apelativa pra tentar comer gente. Admiro quem segue com maestria essa linha. Mas não é a minha.
E dessa vez, quem salvou minha pele foi... o Sucesso Mailing!!!
Recebo, via informativo digital, a noticia estarrecedora de que minha atual musa atrash, o alento virtual de minhas noites solitárias, a dona de meus desejos mais inconfessáveis, GEISY ARRUDA, faz uma participação especial no clipe do novo sucesso (???????) dos Inimigos da HP!!! Inimigos da HP é daqueles vírus musicais que encontra em São Paulo e no publico paulistano, seu terreno ótimo para desenvolvimento e alastramento, tal qual uma doença endêmica. Um grupo com cara de banda de baile, jeito de banda de baile, um cantor que parece qualquer coisa, personal treinner, gogo boy, bombeiro, qualquer coisa, menos cantor, e que toca algo muito parecido com pagode, mas que não é pagode. Por que, Deus me livre e guarde, nem pagode merece ser comparado àquilo.
O fato é: Geisy é a protagonista do clipe dos rapazes. Menos mal... quando li a manchete da noticia, jurava que a participação seria cantando!
No clipe, Geisy aparece com um micro-vestido rosa (provavelmente da grife [????????] da moça) dançando num pagode dando mole pros “hômi das ôtas colega tudo”. O refrão diz: Regininha, safada! Eu tô sabendo que você não vale nada!
E Miss Geisy rebola, requebra e provoca. Uma interpretação sublime pra uma personagem tão distante do universo da atriz. Muito orgulho dessa menina que pouco a pouco mostra seu valor (????) e seu trabalho (??????) para todo o Brasêeeeeeeel!!!!
Confira:

http://ihp.uol.com.br/radios2010/?__akacao=268920&__akcnt=fa243b71&__akvkey=1277&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=SUCESSO+e-mailing+31-05-10+Geral


Em tempo (real): Geisy é vitima de novo preconceito. Dessa vez pelos colegas do curso de teatro. Já tava na hora dela ser vitima de um novo preconceito. Afinal, é o trabalho dela: “Celebridade-instantanea-vítima-de-preconceito-ligada-a-cursos/universidades-e-afins”!

= ) Gentemmmmmm.... e não é que o Netinho é gay? Não... não é o da COHAB não. Ainda não. Esse pelo menos, por enquanto, apenas está no hall das “Celebridades pseudo-heteros-que-batem-em-mulheres”.... ops... será que tem alguma relação nas coisas??? Enfim... o Netinho Mila é gay! Simples assim! E eu não sabia. Quer dizer... não sabia que ele tinha assumido. Que ele era gay, era mais do que sabido.
Soube hoje que ele assumiu em matéria no Fantástico, há mais ou menos um mês, aproveitando o gancho do Ricky Martin. Se isso tudo não for uma jogada de marketing, por que convenhamos, só neguinho que tá sumido tá assumindo (merda de trocadilho): George Michael (esse há ânus, ops... anos), Ricky Martin, Netinho Mila, Richarlyson (que não vem jogando picas...ui....)... vê se o Giane, no auge do seu sucesso, bombando como o vilão (até Padre Marcelo Rossi se sairia melhor como vilão que ele, mas isso é papo pro próximo post) de Passione, vai dar a bunda, digo, a cara, a tapa???? Enfim... se isso não for uma jogada de mkt, dou (no bom sentido) o maióoooooorrrrrapoio, como diria o saudoso Seu Piru da saudosa Escolinha do Professor Raimundo, à esse povo. E como prova de apoio, vou sair do armário também e assumir meu relacionamento com o Xórrrrge, anão leitor do meu blog. Ele é pequeno. Mas só na estatura. Adóooooogo!

= ) E no Fantástico (tá pau a pau com o TV Fama essa porra, heim) do último dia 23.05.2010, a falta de noticias no Brasil deveria ser tamanha que foram gastos 6:25min do final do programa com a Promoção da Garota Clipe do Zezé de Camargo & Luciano. Milhares de pobres coitadas do interior do país mandam fotos pra participar do novo clipe da dupla, intitulado Tapa na Cara. Musica ruim de doer. Até para o que se propõe. Não é de se estranhar que Luans Santanas da vida estejam atropelando esse povo antigo do Sertão Roots. O clipe (brega ate a raiz do cabelo, com uns atores estranhíssimos e a porra da foto da menina aparecendo à exaustão) rolou inteiro. E no final os apresentadores ainda elogiaram tudo! A menina, que não sabia de nada, falou com todos pelo telefone. Quanta emoção! Quanta alegria! E o Brasil tai! Tudo em ordem! Tapa na cara. Na nossa, claro.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1268997-7823-ZEZE+DI+CAMARGO+E+LUCIANO+ESCOLHEM+CATARINENSE+PARA+PARTICIPAR+DE+CLIPE,00.html

Bip.

Ouvindo: Viper – Soldiers of Sunrise (o disco de metal da minha adolescência que o Iron Maiden deveria ter feito)

p.s.: Ainda quero escrever sobre Los Hermanos, Camelo + Malu, Camelo sem Malu, Malu sem Camelo, fim de Viver a vida e inicio de Passione. Não... não vejo Lost. Mas cadê tempo??? Procurar apartamento pra não ficar no olho da rua me consome!!! Me cobrem, please.

ps2.: recebi isso por email. Achei que era virus. me disseram que não era. Mas como brinca desse negócio??? Help!!!